MULHERES BRUXAS.............





MULHERES BRUXAS.........TODA MULHER POSSUI UMA BRUXA DENTRO DE SI.......

BY BRUXANIX


Somos todos seres espirituais dividindo experiências materiais..
Tivemos e teremos muitas vidas.....quantas forem necessárias para nosso crescimento e aperfeifoamento espiritual.


De lagartas nos tornamos eternas borboletas.....
Saiam de seus casulos!





quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sou Bruxa.......

Sou bruxa....nasci assim.Penso em quando teria começado,não sei....o que sei é que uma vez bruxa sempre bruxa,rsrsrs.
Estou sempre observando tudo a minha volta....as pessoas,as ações,o que falam....os animais e a natureza.Vivo dela,é nela que me fortaleço....encontro o tipo de energia exata de que preciso.
Amo muito os animais,tenho uma perfeita sintonia com eles.....em especial os cães.
Minha sensibilidade é bem aguçada e procuro fazer bom uso dela...'as vezes vejo bem mais do que deveria ou gostaria.
Ando de pés descalços....adoro o silêncio,a brisa,o mar,cachoeiras.
Sou fascinada por cristais,pedras,uso várias o tempo todo...me visto de preto por que gosto....mas adoro o roxo e suas nuances.....e o branco tb....
Danço de pés descalços......danço sozinha sempre....
Gosto muito de plantas,adoro plantar.A última que comprei foi alfazema....adoro ervas aromáticas....e cultivo outras tb.Estou sempre plantando e cuidando do meu jardim.....tenho muita habilidade em plantar.....
Sou uma mulher feliz,tranquila,serena mas,uma fera quando ameaçada ou com injustiças.
Sou feliz em minha caminhada.....
Sou uma bruxa solitária......não participo de covens.Pratico tudo que sei sozinha...estudo muito.A maior e melhor magia que fiz foi comigo mesma....tornei outra pessoa,mais livre, mais feliz e, com muito mais sabedoria.
Sou muito seletiva...escolho muito bem com quem me relacionar.
Aprecio pessoas calmas....tranquilas.....amo o silêncio.
Gosto muito de cozinhar....a cozinha é meu laboratório.Fico bem feliz quando vejo que apreciam minha comida...
Enfim,sou uma bruxa bem normal.....rsrsrsrs se é que alguma bruxa é normal..kkkkk.



Estou aberta a qualquer pergunta......e a disposição de vcs meus queridos...
Beijos iluminados.....muita paz e luz......

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Testes de Autoconhecimento, jogos interativos e oráculos on-line Grátis

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VCS VÃO AMARRRRRR!!!!!

BEIJOS ILUMINADÍSSIMOS......

Não se faça de vítima.......

Não se faça de vítima
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"Sou o patinho feio, ninguém cuida de mim". Esse patinho, porém, quase nunca é feio nem se encontra em estado de total abandono. Ele é só mais um doente de vitimismo - patologia psicológica caracterizada pela presença de um sentimento, ele sim, muito feio: a autopiedade.

O complexo de vítima - a mania de assumir, na vida, a postura de mártir sofredor - é uma das mais insidiosas e destrutivas patologias psicológicas. Os que caíram nas garras da autopiedade vão por aí, puxando a carroça dos seus sofrimentos quase sempre imaginários - mas não por isso menos reais - e provocando nos outros enfado e repulsa. Isso é muito triste, quando se sabe que tudo o que eles querem é exatamente o contrário: ganhar carinho e atenção.

O vitimismo é um poço de sentimentos negativos. Dele surge a tendência para culpar os outros (o pai, a mãe, os irmãos, a sociedade, a vida, o mundo, os maus fados, o destino) e fazer deles os responsáveis pelas nossas próprias mazelas. Dele surgem as couraças de autodefesa que não nos permitem relaxar e viver de modo saudável nossa relação com os outros e conosco mesmos. Dele vem a impressão sempre absurda e impossível de que não precisamos mudar. Os outros é que estão errados. Ele é a pior das cegueiras, pois destrói na pessoa a autocrítica, o discernimento e a capacidade de avaliação racional das situações.

Demônio de muitas faces, o vitimismo é mestre em matéria de distorção da realidade. Parente próximo da tristeza, quando ele possui uma pessoa, coloca diante de seus olhos um filtro cinza e opaco que a impede de apreciar - e se deleitar - com as cores do mundo.

O vitimismo é doença precoce. A análise transacional - uma técnica de psicoterapia - ensina que uma criança, já nos primeiros anos de vida, e a partir do seu contato cotidiano com os adultos, decide qual das seguintes posições existenciais ela assumirá na vida:
Eu não estou ok, os outros estão.
Eu estou ok, os outros não estão.
Não estou ok, os outros também não.
Estou ok, os outros também estão.

Uma vez escolhida a posição, quando a criança cresce, ela será dominante no seu caráter, enquanto as outras, embora podendo coexistir, terão menor peso. Destaca-se que a atitude universal na primeira infância é a da "eu não estou ok, os outros estão". Assim sendo, a pessoa poderá permanecer fixada nessa posição ou, segundo a educação recebida, passar a uma das outras três. Explicando melhor:

- "Eu não estou ok, os outros estão". Essa pessoa se sente inferior aos outros e tenderá à depressão. Ela ainda permanece na mesma posição da sua primeira infância.

- "Eu estou ok, os outros não". É a pessoa que culpa os outros pelas suas misérias. Essa posição costuma ser assumida pelas crianças maltratadas com brutalidade, que concluem: "Quando estou sozinho, estou muito bem. Não preciso de ninguém, deixem-me só". Esta posição é, em geral, baseada no ódio, mesmo quando ele está bem camuflado. Desse grupo fazem parte, com freqüência, os delinqüentes, os fanáticos e os criminosos.

- "Eu não estou ok, os outros também não". Essa pessoa não sente nenhum interesse pela vida. É abúlica e depressiva. É uma posição assumida por aqueles que não receberam suficiente calor e atenção nos primeiros anos e escolhem os amigos, o cônjuge, esperando que este(s) seja(m) propenso(s) a desempenhar o papel complementar.

NÃO SOMOS LIVRES como acreditamos ser. Quando se entende isso, fica evidente que a maior parte dos nossos atos e pensamentos não é tão livre de condicionamentos como gostamos de acreditar. Nossa certeza de sermos livres, de fazermos tudo aquilo que queremos, e quando queremos, é quase sempre uma ilusão. Quase todos, na verdade, carregamos dentro condicionamentos mais ou menos ocultos que, com freqüência, tornam difícil a manifestação de uma honestidade genuína, uma criatividade livre, uma intimidade simples e pura.

Posição existencial é, portanto, um papel que o indivíduo tenderá a representar ao longo da sua vida. É preciso sublinhar o fato de que todas as posições existenciais necessitam de pelo menos duas pessoas, cujos papéis combinem entre si. O algoz, por exemplo, não pode continuar a sê-lo sem ao menos uma vítima. A vítima procurará seu salvador e, este último, uma vítima para salvar.

O condicionamento para o desempenho de um dos papéis é bastante sorrateiro e trabalha de forma invisível. Esta é uma das causas principais da falência de algumas amizades ou casamentos, quando as pessoas interessadas não se ligaram a partir de uma simpatia genuína, mas sim com o objetivo de encontrar na outra pessoa um sujeito adequado para desempenhar algum papel complementar.

Se pararmos alguns instantes para considerar os casais que conhecemos, não será difícil encontrar entre eles a "menina" que casou com o "pai" (relação vítima-salvador) ou a mulher que se queixa continuamente do marido, mas nem sequer admite a idéia do divórcio (relação vítima- algoz).

Observemos, então, como vivemos e como a nossa presença influencia a vida daqueles que nos cercam. Somos sadios? Serenos? As pessoas ao nosso redor apreciam a nossa presença? Nosso cônjuge nos admira? Ele fala bem de nós? Nossos filhos nos consideram como amigos? Quantos amigos temos? Em quantas portas podemos bater no caso de uma situação grave?

SE NÃO FORMOS serenos e não tivermos amigos, tentemos considerar que, provavelmente, a nossa posição existencial e o papel que desempenhamos não são os melhores possíveis. Com efeito, se o fossem, teríamos serenidade, melhor saúde.

Fonte: Equipe Planeta

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

ONDE ESTÁ SUA FAMÍLIA ESPIRITUAL?????

Onde está a sua família espiritual?
:: Osvaldo Shimoda ::

Certa ocasião, uma paciente desabafou comigo dizendo que apesar de gostar de seus pais e irmãos, não sentia amor e nenhuma afinidade por eles. Um dia, teve um sonho onde aparecerem os seus verdadeiros pais que a aconselharam a ter mais paciência com a sua família terrena, pois tanto ela como eles reencarnaram juntos para todos aprenderem suas respectivas lições de vida. No sonho, ela chorava muito dizendo que sentia muita saudade pela ausência deles nessa vida terrena.

Uma outra paciente me disse que desde criança falava aos pais que eles não eram os seus verdadeiros pais. Estupefatos com a afirmativa da filha, chegaram a levá-la a um psiquiatra infantil que não constatou nenhum distúrbio psiquiátrico na menina.
Estes dois casos ilustram claramente que existem dois tipos de família: a carnal e a espiritual.

A família carnal (consangüínea) é aquela cujos membros estão juntos apenas por laços carnais, podendo existir pouca ou nenhuma afinidade, por conta das pendências cármicas e não por afinidade espiritual. Em sua maioria, foram inimigos, desafetos de vidas passadas.

Nesses casos, não tinham nenhum grau de parentesco na existência passada. E, desta vez, na encarnação atual, vieram juntos na mesma família como pais e filhos, irmãos, avós, tios, etc.
Explica porque muitos pacientes me dizem que se sentem um estranho no ninho, que não há nenhuma afinidade, identificação com os seus familiares.

Já na família espiritual, os membros têm uma profunda afeição, afinidade em gostos, costumes, valores morais, religiosos, espirituais, crenças, pensamentos e sentimentos porque estiveram juntos em várias encarnações.

Nossa família espiritual pode estar no astral superior, que é o nosso verdadeiro lar, para onde retornaremos após o desencarne nessa vida terrena, ou alguns dos membros podem estar encarnados, espalhados em suas respectivas famílias terrenas.

A minha falecida mãe dessa vida terrena, por exemplo, era a minha irmã espiritual. Daí explica o porquê dessa profunda ligação e afinidade que tínhamos em nível espiritual, crenças, pensamentos e sentimentos. Já o meu pai espiritual está no astral superior e a minha mãe espiritual também está encarnada, mas numa outra família carnal.

Acredito que a distinção entre a família consangüínea e a espiritual nos ajuda a entender melhor o motivo dos membros de uma determinada família se darem bem, enquanto que em outras ocorrem as disfunções familiares, isto é, de todos estarem constantemente em pé-de-guerra, num verdadeiro barril de pólvora, prestes a estourar a qualquer momento.

Caso Clínico:
Família espiritual
Mulher de 40 anos, casada, um filho.

A paciente veio à entrevista de avaliação e assim me relatou: "Vim de uma família de 4 irmãos, e eu sou a mais velha. Nunca, em nenhum momento, senti dos meus pais o amor verdadeiro. Fui muito cobrada: aos 7 anos, cuidava dos meus dois irmãos, um que tinha 5 anos e outro 9 meses; as outras duas ainda não tinham nascido. A minha mãe nos deixava em casa para sair com as amigas, e o meu pai trabalhava o dia todo. Então, eu era a 'dona' da casa. Lavava a louça, cuidava da casa, fazia comida, dava banho nos meus irmãos, enfim, tudo que uma mãe tinha que fazer, mas que ela não fazia.

Os meus pais tinham uma preferência pelo meu irmão; por isso, sempre me sentia muito só. Até hoje, nunca ninguém ficou do meu lado; na verdade, sempre me senti desprotegida. Eu acreditava que os pais eram para proteger, para cuidar dos filhos. Mas, no meu caso, quando tinha 7 anos, eles me tratavam como uma pessoa adulta, pois era eu que levava meu irmãozinho de 5 anos para a escola de ônibus. Descia no ponto da escola, eu o deixava dentro da sala de aula, depois tinha que andar uns 4 quarteirões enormes para ir para a minha escola. Na volta, tinha que fazer a mesma coisa.

Comecei a trabalhar cedo, aos 14 anos, fui trabalhar em um banco no período da madrugada. Trabalhava da meia noite às 6 horas da manhã, na parte da digitação. Chegava em casa às 7 horas da manhã, tomava banho, comia alguma coisa, e ia novamente para o trabalho, num outro emprego, onde trabalhava em uma financeira de uma loja.
Saía correndo do 2º emprego, voltava para casa e ia dormir um pouco, pois tinha que ir para a escola das 19 horas às 22 horas, e, novamente, à meia-noite ia para o banco. Era assim a minha rotina aos 14 anos, e nunca, em nenhum momento, meus pais disseram: - Filha, não precisa disso, estude, é melhor!
Meu pai ganhava bem, mas, apesar disso, eu tinha que dar todo o meu dinheiro para a "bonitinha" de minha mãe ir ao salão, fazer as unhas, cabelos, passear com as amigas. Isso me revoltava!

Hoje, sou casada, tenho um filho maravilhoso e companheiro, mas trago dentro de mim muita mágoa, ressentimento, até porque ainda hoje os meus pais me cobram, principalmente, a minha mãe.
Ela diz: - Eu te amo minha filha, você não vem mais aqui, não vai me dar mais dinheiro?! Mas não pergunta como estou, se estou precisando de alguma coisa. Presentes no dia de seus aniversários, eles querem, e no natal também, mas o senhor sabe o que eles dizem quando pergunto por que eles não me dão nada?

- Você tem tudo, minha filha, não sei o que lhe dar!
Amor de verdade seria tudo para mim (paciente relata chorando).
Queria saber, Dr. Osvaldo, por que não sinto amor pelos meus pais e sei também que eles não sentem amor por mim; eles devem gostar de mim, porém, amor verdadeiro, de cuidar, ficar do meu lado, me apoiar, nunca senti isso deles, como faço com o meu filho.
Eu sinto que amo o meu filho, fico feliz com suas conquistas, quero o melhor para ele, porém, não sinto o mesmo de minha mãe. Queria muito sentir verdadeiramente o amor de uma mãe".

Na sessão de regressão, a paciente me relatou: - Estou vendo uma luz dourada... Tem uma silhueta humana. (pausa).

- Dr. Osvaldo, é um homem, seu nome é César Luís, diz que é meu mentor espiritual, e que irá me levar para um lugar; fala para não ter medo. Digo que vou, que confio nele. (pausa).
Parece que estou no astral, não me pergunte por que, é o que sinto... Vejo agora um mar de girassóis, um campo muito grande e no meio desse mar de girassóis, vejo uma árvore enorme. O meu mentor espiritual e eu vamos em direção a esta árvore, e de lá saem um homem e uma mulher; dá vontade de correr ao encontro deles. Imediatamente, como num piscar de olhos, já estou bem pertinho deles... É muita emoção, não precisamos falar um com o outro, o olhar diz tudo... São meus pais espirituais, Francisco e Clara, sinto que são os meus verdadeiros pais, eu sei, meus Deus, que lindo!
(paciente fala chorando).

Que abraço gostoso! Minha mãe me abraça e sinto o seu beijo no meu rosto, o calor de seu abraço, e sei que não é sonho, que é verdade!
Minha mãe pega a minha mão e com aquela voz suave me diz:
- Minha querida menina, seu pai e eu sempre estivemos ao seu lado, sabemos que você sofre, porém, você foi mandada àquela família para ajudá-los; eles são muito dependentes, por isso você deve relevar. Não se culpe, minha menina, você não pode fazer por eles, o que você já fez é o bastante; agora, eles terão que aprender a serem mais independentes, e você terá sua recompensa com seus filhos.
- Mãe, me perdoe, porém, só tenho um filho, e hoje ele tem 13 anos.
- Sabemos, minha menina, mas você será abençoada com uma linda menina em breve; ela está sendo preparada no astral, pois será ela que cuidará de você em sua velhice.
- Não acredito, sempre quis ter outro filho, uma menina, mas achei que não iria ter mais. Muito obrigada, minha mãe! (paciente fala chorando copiosamente). (pausa).
Dr. Osvaldo, meu pai agora se aproxima, me abraça e diz: - Estou realmente muito orgulhoso de você, minha menina, você é uma guerreira, uma vencedora. Te amamos muito, quero que saiba que em nenhum momento a abandonamos, e quando chegar a hora de sua vinda para cá, eu e sua mãe estaremos ao seu lado, iremos buscá-la, e você voltará a ser a nossa princesa. Ele me abraça bem forte, diz que está na hora de eu voltar, mas afirma que agora eles vão aparecer para mim com mais freqüência e que, em breve, eles vão levar a minha filha, em espírito, para que eu a conheça.
Não quero ir embora, queria ficar com eles nesse lugar, pois era tudo o que queria. Eles me dão carinho, proteção, amor, como sempre quis.
Dr. Osvaldo, o meu mentor espiritual está me falando que ele é também o meu irmão espiritual. Nossa, que alegria!
Agora... Estou me despedindo deles, eles são lindos!
É um amor que não dá para descrever, a sensação é maravilhosa!
Olho para trás, e eles estão ainda lá abraçados me olhando.
Meu irmão espiritual me dá um beijo, despede-se também, diz que eu tenho muita proteção, que sou uma pessoa de coração muito bom; por isso, às vezes sofro com o que ocorre em minha vida, mas esclarece que na Terra é assim mesmo, diz que é tudo um aprendizado.
Ele me abraça, e diz: - Até a próxima, menina!
Dr. Osvaldo, não imaginei que minha mãe e meu pai espiritual estivessem comigo este tempo todo.
Meu Deus, que alegria, me sinto fortalecida agora. As coisas estão claras. Na verdade, minha mãe e meu pai biológico me deram as condições de vir, ou seja, me deram a vida, e eu tenho que ensiná-los a serem independentes, a não esperarem por nada, nem ninguém, e também não preciso me sentir culpada. Agora estou me sentindo livre!



Osvaldo Shimoda é colaborador do Site, terapeuta, criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), a Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve canalizada por ele através dos Espíritos Superiores do Astral. Ministra palestras e cursos de formação de terapeutas nessa abordagem. Ele atende em seu consultório em São Paulo. Fone: (11) 5078-9051, ou acesse seu Site.
Email: osvaldo.shimoda@uol.com.br

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Esqueci de dizer.............

Meu e-mail para recados agora é:bruxanix@hotmail.com